quinta-feira, 4 de julho de 2013

Conferência Municipal de Cultura elenca propostas de Videira para o setor

Mais de 100 pessoas entre artistas, artesãos, cantores, bailarinos, músicos, atores, compositores, produtores culturais e integrantes de grupos étnicos, culturais, de resgate de tradições e memórias, além de toda a comunidade que se interessa pela cultura e pelo patrimônio de Videira marcaram presença, nesta quarta-feira (3), no CEVI, onde a Prefeitura, por meio da Secretaria de Turismo e Cultura realizou a 2ª Conferência Municipal de Cultura. Durante o encontro os participantes discutiram quatro eixos temáticos propostos pelo Ministério da Cultura, que foram: Implementação do Sistema Nacional de Cultura, onde foram elencadas 15 propostas; Produção simbólica e diversidade cultural (16 propostas elencadas); Cidadania e direitos culturais (13 propostas) e Cultura e desenvolvimento (14 propostas). Todos os eixos apontaram propostas para serem implementadas no município, no estado e nacionalmente. 
 O secretário de Turismo e Cultura – Clemir Schmitt explica que na oportunidade também foram eleitos os delegados que defenderão as propostas de Videira na Etapa Estadual da Conferência. Os delegados eleitos como representantes da Sociedade Civil foram Juliano Batista de Lima, Janete Inês Gianello Padilha e Humberto Dalpizol, já a suplência ficou com Maria Lucia S. Amoretii, Rhuan Kleber Crestani e José Renatho Borges. “Através dessa Conferência pudemos fortalecer as políticas da cultura, planejando e discutindo ações que orientem e estruturem o Sistema e seus componentes. Vale destacar que a Conferência também é uma exigência do Ministério da Cultura que, com a implantação do Sistema Nacional de Cultura, necessita dos planejamentos municipais e estaduais para oficializar a política nacional do setor”, disse Schmitt. Conheça as propostas apontadas para ser implantadas no município: 

 Eixo I – Implementação do Sistema Nacional de Cultura: Aderir ao Sistema Nacional de Cultura e implantação do Fundo Municipal de Cultura; Formular o Plano Municipal de Cultura Criar Lei de Incentivo a Cultura para o financiamento para projetos culturais e de Preservação do Patrimônio Histórico material e imaterial Criar programas de formação e qualificação de agentes culturais Articular mobilizações sociais e políticas visando a aprovação da PEC 150/2003 
Eixo II – Produção Simbólica e Diversidade Cultural: Integrar ao componente curricular as disciplinas de Educação Patrimonial e Diversidade Cultural Criar fundos de investimentos que garantam a produção simbólica e a diversidade cultural no município abrangendo todas as áreas Mapear a produção simbólica e a diversidade cultural no município. Articular de forma integrada as atividades culturais ao cotidiano sem sobreposição de eventos Garantir a implementação e divulgação permanente de eventos sociais e culturais locais nas multimídias, internet e rede sociais Incentivar a formação de leitores 
 Eixo III – Cidadania e Direitos Culturais:  Fomentar ações culturais voltados para as diversidades e identidades locais, além das que são notoriamente beneficiadas pela formação das etnias (italianos, alemães) Capacitar agentes para elaboração de projetos culturais dentro da demanda local. Desenvolver um banco de dados para informações que subsidiem pesquisas, trabalhos históricos, bibliotecas escolares, museus e entidades que demandem de dados específicos da cultura. Apoiar para a inclusão no currículo escolar do ensino, no que se refere aos conteúdos sobre a história do Município e as culturas existentes, incluindo todas as identidades e diversidades, oferecendo assessoria cultural na elaboração dos Planos Pedagógicos das Escolas em todos os níveis, valorizando todas as potencialidades culturais específicos da região de abrangência da escola e suas origens. Oferecer condições de acessibilidade e acesso a cultura em todos os equipamentos culturais, valorizando e permitindo a participação universal e respeitando a diversidade. 
 Eixo IV Cultura e Desenvolvimento: Criar programas de formação continuada para produtores culturais Divulgar em diferentes mídias o calendário cultural do município, fomentando as redes criativas presenciais e virtuais Estruturar um centro de informações turísticas Incentivar os diferentes grupos, escolas, população videirense a conhecer a história, memória, tradições, através de visitas ao patrimônio material e às referencias culturais do município Incentivar feiras criativas, manifestações e interferências urbanas dos diferentes segmentos culturais no município.




Silvia Palma Assessora de Comunicação Prefeitura de Videira Fotos: Pedro Schaitel

quarta-feira, 8 de maio de 2013

" Museu Desmiolado"

E se a gente juntasse poesia, gente pequena, museu e muita, muita imaginação?! O livro " Museu Desmiolado" de Alexandre Brito, é feito de museus inexistentes e imaginários, como: o Museu do Vento, Museu do Botão ou ainda Museu das Palavras Esquecidas. Não é encantador? Que tal entrar nesse novo mundo dos museus e se deixar levar pela imaginação? Nós topamos e indicamos! Para saber mais sobre a obra, é só clicar aqui: http://www.alexandrebrito.net.br/Bloguito/Entradas/2012/2/9_o_museu_desmiolado_de_alexandre_brito.html

Sinta o gostinho:

O Museu Desmiolado é um museu estranho, divertido, improvável.
 Esconde os museus mais estapafúrdios que se pode imaginar.
O museu do assobio, o museu do vento, o museu do botão.
O museu sem nome, o museu das palavras esquecidas, o museu da solidão.
Ai de quem olhar para o ponteiro errado no museu dos relógios parados.
No Museu Desmiolado tem museu pra tudo quanto é lado.
Tem museu pra quem tem apelido e pra quem gosta de ver tudo invertido.
Tem o museu do chulé, o museu dos palíndromos, museu que se vai a pé e museu pra quem tem apelido. No museu do silêncio ninguém dá um pio e o museu sinistro dá até arrepio.
 É...
o Museu Desmiolado é mesmo um museu destrambelhado, onde todo dado é redondo e todo ovo quadrado.
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 O poema museu desmiolado é inspirado nos desenhos impossíveis de Escher.
Museu Desmiolado, representou o Brasil na Feira do Livro de Bolonha, e foi considerado um dos 30 melhores livros infantis de 2012, prêmio oferecido pela Revista Crescer, após consulta de mais de 40 especialistas na área.

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Nova exposição temporária no Museu do Vinho: "Uma coleção que não está no Gibi"




Existe um mundo diferente, além, muito além, do que qualquer ser humano poderia trilhar em vida terrena. É um mundo maravilhoso, onde o previsível e o imprevisível acontecem a todo o momento, onde a ação, emoção e aventuras ditam as regras da sobrevivência. Esse é maravilhoso mundo das historias em quadrinhos, ou mais conhecido como "gibi", que darão forma à próxima exposição da secretaria de Turismo e Cultura de Videira por meio do Museu do Vinho Mário de Pellegrin. A exposição “Uma coleção que não esta no gibi”, abrirá ao público no dia 28 de maio, na sala de Atividades Temporárias do Museu. A mostra é baseada na coleção de história em quadrinhos que o museu possui em seu acervo e contempla desde o processo de criação até a publicação das “tirinhas”, as técnicas empregadas e também exemplares de histórias como: Mickey e o Pateta, O Zorro, Popeye, O Sombra, Asterix, Bozo, Flash Gordon, entre outros. De acordo com a coordenadora do Museu- Caroline Martelo o objetivo da exposição é fazer com que o visitante entre no mundo encantado das histórias em quadrinhos, além de incentivar crianças e adultos à leitura. A visitação é aberta e gratuita a escolas e à comunidade até o dia 21 de julho. Para escolas, atividades educativas sobre o tema podem ser agendadas pelo telefone (49)3566-1534. Serviço: O que: exposição temporária “Uma coleção que não esta no gibi” Quando: 28/05 a 21/07 Onde: Sala de Atividades Temporárias do Museu do Vinho Quanto: Gratuito. Horário de Visitação: Terça a Sexta-feira: 8h30/12h – 13h17h30 Sábados e domingos: 13h/17h30 (com permanência até as 18h) Silvia Palma Assessora de Comunicação Prefeitura de Videira

quarta-feira, 27 de março de 2013

Última semana da exposição "Casa de Chão Batido: a representação da história dos caboclos no Oeste de Santa Catarina"



 A exposição "Casa de Chão Batido: a representação da história dos caboclos no Oeste de Santa Catarina" chega a sua última semana em Videira. A mostra que tem por objetivo retratar os costumes e a cultura da etnia cabocla do Oeste Catarinense foi inspirada no "Inventário da Cultura Imaterial Cabocla no Oeste de Santa Catarina", publicado pelo Centro de Memória do Oeste de Santa Catarina. São apresentados trechos de entrevistas, cantigas, causos, versos e palavras que fazem parte do cotidiano dos caboclos. O ponto central da mostra é a réplica de uma casa de 2,50m x 2m, mobiliada de modo simples, tem o tradicional chão batido e elementos como chapéu, fogo de chão, ervas medicinais e símbolos relacionados à religiosidade do povo caboclo, buscando retratar o espaço doméstico desse grupo étnico, tal como era até a década de 1960. Anexo à casa, está um pequeno galpão onde são encontradas as ferramentas usadas no trabalho com a terra e a madeira.

 Desde 2011, a exposição já contemplou cerca de 15 mil pessoas e passou por seis espaços. Além de Videira, a mostra foi exibida na sede do Ceom/Unochapecó e na Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), em Chapecó. Pinhalzinho, município que produziu a obra, e Xaxim, também receberam a exposição.

 Segundo a coordenadora do Museu do Vinho, museóloga Caroline Martelo, expor sobre o tema pode contribuir na valorização da cultura cabocla em Videira e região. “É uma tentativa de fazer com que as pessoas lembrem que todos somos um pouco caboclos”, destaca ela. A visitação é aberta à comunidade e tem tido repercussão significativa. “Está sendo incrível; o público está encantado com a recriação da casa de chão batido, a agenda está cheia e percebemos uma grande procura de visitantes espontâneos”, assinala Caroline.

 Serviço: O que: exposição temporária “Casa de chão batido – Representação da história dos caboclos do Oeste de Santa Catarina” Quando: 26/02 a 31/03 Onde: Porão do Museu do Vinho Quanto: Gratuito. Horário de Visitação: Terça a Sexta-feira: 8h30/12h – 13h17h30 Sábados e domingos: 13h/17h30 (com permanência até as 18h)

quinta-feira, 21 de março de 2013

Sociedade Amigos do Museu do Vinho

É muito bom saber que temos amigos! Amigos de 11 anos, que incansavelmente reúnem-se todos os meses para compartilhar histórias, causos, relembrar momentos vividos na Videira antiga e ainda manter viva a tradição italiana e alemã, com muita comida, bebida e música típica. A Sociedade Amigos do Museu do Vinho (Samuvi), surge com um objetivo claro de apoiar e divulgar as atividades do Museu do Vinho e, isso de fato vem acontecendo ao longo dos anos. Com trabalho voluntário, porém muito profissional, nossos amigos além de tudo já citado acima, se dedicam a um trabalho de pesquisa sobre os pioneiros da uva e do vinho e sobre os tanoeiros e adueleiros de Videira. Desde 2007, mais de 100 famílias foram entrevistadas e todo material transformado em exposições itinerantes. A Samuvi, ainda mantém uma loja, no porão do museu, com produtos artesanais, vinhos e sucos. Promove cursos de Analise Sensorial de Vinhos e Espumantes Regionais. Um belo trabalho vem sendo feito e você pode fazer parte desta história! Quer saber mais? Ligue:(49) 3566 6133.

sexta-feira, 15 de março de 2013

Projeto "Semeando Memórias: o museu e a escola"

Os professores da Escola Estadual Adelina Régis pensando em atividades que contemplem o meio cultural e social em que seus alunos estão inseridos, criaram em parceria com o Museu do Vinho Mário de Pellegrin, o projeto "Semeando Memórias: o museu e a escola", que tem por objetivo estreitar os laços entre o museu e a escola, fazendo com que o aluno encontre no museu uma fonte permanente de aprendizagem. A primeira fase do projeto aconteceu no dia 12 de março, quando a coordenadora do Museu do Vinho e museóloga, Caroline Martello, esteve na Escola Adelina Régis para uma conversa com quase 200 jovens do 1º e 3º ano do ensino médio, apresentando e discutindo alguns conceitos e temas inerentes ao projeto. Nesta terça-feira (13) iniciaram as visitas mediadas dos alunos ao Museu do Vinho. Percebeu-se que a grande maioria dos jovens não conhecia o museu. As visitas, já com os alunos preparados foi o segundo passo do projeto que terá atividades durante todo o ano de 2013. O resultado final, além da sensibilização dos jovens ao olhar o museu, será uma exposição, na qual os próprios alunos serão os pesquisadores e curadores.

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Neste fim de ano, deixamos uma mensagem de toda equipe do Museu do Vinho, com gratidão e carinho!